Telemedicina
UM INSTRUMENTO DE CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO…
Em março de 2011 realizou-se a primeira teleconsulta, aproximando médicos especialistas portugueses e profissionais de saúde e doentes são tomenses.
A prática da telemedicina não só potencia o seguimento e orientação de casos clínicos mais complexos como promove a formação e aconselhamento dos profissionais de saúde são tomenses à distância. Um acompanhamento mais regular dos casos clínicos visa, acima de tudo, um diagnóstico atempado permitindo uma melhor orientação terapêutica ou mesmo a sua programação para uma próxima deslocação dos médicos especialistas ao terreno, evitando-se, em muitos casos, as evacuações sanitárias para tratamento no Sistema Nacional de Saúde português, com altos encargos emocionais para os doentes e encargos financeiros pesados para os Governos Português e São Tomense. No caso de necessidade de concretização da evacuação sanitária para Portugal, o sistema prevê a identificação prévia, à distância, da situação clínica do doente, permitindo melhorar a eficácia da deslocação.
A plataforma de telemedicina Medigraf, com um interface de baixo custo, em português, portátil e compatível com qualquer equipamento e/ ou meio de diagnóstico médico disponível, cuja ligação a um computador ou portátil ligado à Internet apenas requer uma largura de banda de 1 MB é a grande novidade nesta abordagem que aposta na melhoria do arquivo clínico do paciente e num leque de novas soluções para meios complementares de diagnóstico e indicações terapêuticas em tempo real e diferido.

FICHA TÉCNICA:
- Apenas requer Internet de baixa velocidade;
- Utiliza um PC ou portátil sem requisitos especiais;
- Incorpora um processo clínico incluindo arquivo de exames;
- Tem ferramenta de agendamento;
- Permite consultas em direto, em remoto e de urgência;
- Tem ferramentas de comunicação internas através de email interno e chatroom;
- Permite partilha de consultas (ou formação) em vários pontos do globo em simultâneo
- Integra vários equipamentos transmitindo, em tempo real, écrans de monitores de sinais vitais, tacógrafos, ecógrafos, mamógrafo, radiografio convencional, entre outros.
Diminuição de mais de 50%, entre 2011 e 2012, nas evacuações sanitárias de São Tomé e Príncipe para Portugal, quando comparado com o ano de 2009 e anos anteriores;
Poupança de 81,7% para o Estado Português em relação aos custos estimados caso o tratamento decorresse em Portugal e de 20% do orçamento para a saúde do Estado de São Tomé e Príncipe.


