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Missão de Cirurgia Pediátrica regressou a São Tomé e Príncipe

A missão de cirurgia pediátrica deslocou-se a São Tomé e Príncipe entre 3 e 17 de novembro de 2017, no quadro do projeto Saúde para Todos – Rumo à Sustentabilidade.

Durante duas semanas, uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde nas vertentes de cirurgia pediátrica, anestesia, enfermagem e fisioterapia operou 78 crianças realizou 90 intervenções cirúrgicas, das quais 18,6% se deveram a sequelas de queimaduras, realizou 278 consultas e 157 avaliações de fisioterapia, e ministrou duas ações de formação em escolas sobre a prevenção de queimaduras.

A missão foi coordenada pela cirurgiã pediátrica, Dra. Zinia Serafim, e contou com mais seis profissionais de saúde portugueses: a médica de cirurgia pediátrica, Dra. Sara Pereira, a anestesiologista, Dr. Ana César, duas fisioterapeutas, Dra. Claudia Couceiro e Dra. Aldina Lucena e dois enfermeiros, Enf. José Sobral e Enf. Luís Fernandes, provenientes do Centro Hospitalar de Lisboa Central (hospitais D. Estefânia e S. José), da Clínica de Santo António da Reboleira e da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal.

A equipa de médicos voluntários portugueses da especialidade de cirurgia pediátrica já realizou 9 missões ao arquipélago são-tomense desde 2011. Desde então realizou 2153 consultas, 1321 consultas de fisioterapia, 717 procedimentos cirúrgicos, operou 517 crianças e ministrou 25 ações de formação. Importa ressaltar que as intervenções cirúrgicas de sequelas de queimaduras em crianças representaram 18% da atividade cirúrgica, num total de 34 pacientes.

No âmbito do 17.º Congresso da Associação Europeia de Queimaduras, que decorreu entre 6 e 9 de setembro de 2017, em Barcelona, a equipa de profissionais de saúde da especialidade de Cirurgia Pediátrica/Fisioterapia apresentou o trabalho que tem desenvolvido ao abrigo do programa Saúde para Todos em São Tomé e Príncipe na área das queimaduras pediátricas.

As missões das especialidades médicas que anualmente se deslocam a São Tomé e Príncipe enquadram-se no projeto Saúde para Todos – Rumo à Sustentabilidade implementado pelo IMVF em estreita parceria com o Ministério da Saúde de São Tomé e Príncipe e cofinanciado pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua I.P. e pela Direção Geral da Saúde de Portugal.

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Saúde para Todos: Missão de Oftalmologia a São Tomé e Príncipe realizou 558 consultas e 89 cirurgias

A 24.ª missão da especialidade de Oftalmologia a São Tomé e Príncipe e a última de 2017 decorreu entre 30 de setembro a 14 de outubro, contando com uma equipa de 5 profissionais de saúde portugueses do Hospital de Egas Moniz – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.

 

Durante as duas semanas de missão foram realizadas 558 consultas, 89 cirurgias, 95 consultas de enfermagem, foram avaliados 3 doentes e realizados relatórios médicos com indicação/proposta de evacuação sanitária para Lisboa, foram realizados mais de 90 estudos ecográficos e biometrias e prescritas lentes de correção a 36 doentes e escolhidas armações, disponibilizadas pela ESSILOR – que serão enviadas oportunamente e de acordo com o protocolo estabelecido para o efeito com esta empresa.

 

A equipa local de profissionais de saúde recebeu formação on the job no bloco operatório, em termos de instrumentação e circulação, e na consulta de oftalmologia, ao nível da utilização dos diferentes equipamentos disponíveis, na observação e avaliação de doentes no pré e pós-operatório.

 

A habitual sessão clínica de encerramento da missão foi sobre oftalmologia em idade pediátrica: conjuntivites neonatais, cataratas em idade pediátrica e cuidados de enfermagem e contou com a presença do diretor geral e do diretor clinico do Hospital Dr. Ayres de Menezes. A equipa de médicos portugueses organizou também uma reunião do Núcleo de Oftalmologia do Hospital sobre o tema “Vias Lacrimais”, que segundo o Dr. Luís Dias Pereira foi apresentada “com mérito” pela equipa local de enfermeiros e técnicos.

 

Para o Dr. Luís Dias Pereira e para a Enf.ª Anabela Raposo, os objetivos propostos para esta missão foram atingidos. “Apurámos uma reorganização profunda na equipa de enfermeiros e técnicos locais que nos têm acompanhado ao longo destes anos. Este grupo de profissionais teve uma atitude profissional e pessoal positiva, quer na relação com os doentes, quer na atividade assistencial que partilhamos. Sempre presentes, motivados e com iniciativa”, afirmou o Dr. Luís Dias Pereira.

 

A Enf.ª Anabela Raposo refere: “foi com grande satisfação que verificamos que o assistente operacional Sr. Monjardino, que me tem acompanhado desde a minha primeira missão (em junho de 2010), e ao qual tenho dado formação, desenvolve as suas atividades de forma correta, demonstrando aquilo que apreendeu ao longo deste tempo”.

 

Para 2018 estão já programadas as 3 próximas missões desta especialidade que vão decorrer de 3 a 17 de fevereiro, de 2 a 16 de junho e de 6 a 20 de outubro.

Mais informações em www.saudeparatodos.pt

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Saúde para Todos: Missão da especialidade de Endocrinologia, Diabetes e Nutrição esteve pela primeira vez em São Tomé e Príncipe

A médica portuguesa Maria Manuela de Matos Oliveira, do Hospital de Egas Moniz – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE deslocou-se pela primeira vez ao arquipélago são-tomense no âmbito da missão de Endocrinologia, Diabetes e Nutrição, entre 28 de setembro a 5 de outubro 2017, tendo a atividade clínica decorrido no Hospital Dr. Ayres de Menezes.

Juntamente com a Dr.ª Celeste Alves, médica radiologista, que desde 2010 se desloca a São Tomé e Príncipe no âmbito das missões da especialidade de Imagiologia, foram realizadas 50 consultas (43 primeiras consultas e 7 de retorno) de endocrinologia geral, pediátrica, de gravidez e de diabetes.

Patologia nodular da tiroideia, doença de graves, carcinomas da tiroideia, endocrinopatias na gravidez, patologia da puberdade e do crescimento e diabetes mellitus foram os principais diagnósticos detetados.

Decorreu também a colaboração com o laboratório de patologia clínica, no sentido da gestão e aproveitamento de recursos técnicos e a apresentação de temáticas relacionados com a patologia tiroideia e abordagem da diabetes mellitus.

“Considero muito útil a minha colaboração e mantenho a minha disponibilidade para participar e continuar a apoiar este trabalho”, reforçou a Dr.ª Maria Manuela de Matos Oliveira.

Saiba mais sobre o Saúde para Todos aqui.

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Saúde para Todos: estudo sobre a surdez neurossensorial na população são-tomense apresentado em Macau

O estudo sobre os fatores epidemiológicos associados à surdez neurosensorial na população de São Tomé e Príncipe foi apresentado pela Prof.ª Doutora Cristina Caroça, médica de Otorrinolaringologia no Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa, no dia 13 de novembro de 2017, na 8ª Convenção Mundial de Genética BIT-2017 (WGC-2017), em Macau.

Este projeto de investigação começou a ser desenvolvido desde o início das missões médicas de Otorrinolaringologia ao arquipélago são-tomense, em fevereiro de 2011, e resultou na tese de doutoramento defendida pela Prof.ª Doutora Cristina Caroça no passado mês de julho na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

O estudo pretendeu não só analisar o contributo de vários fatores epidemiológicos para a surdez, como simultaneamente atuar numa vertente humanitária e de saúde pública com a formação, prevenção, assim como para uma melhor integração e adaptação da população.

A convenção, que decorre até dia 15 de novembro, dá a conhecer os novos desenvolvimentos no campo de Genética, da Biotecnologia e das Ciências da Vida e recebe a participação de diversos especialistas internacionais. Saiba mais aqui.

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Saúde para Todos: missões de Imagiologia em 2017

Durante o ano de 2017 foram realizadas 6 missões de Imagiologia no âmbito do Projeto Saúde para Todos. 3 destas missões foram realizadas pela Dra. Celeste Alves, médica radiologista do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, que integra e coordena as missões desde 2010. Esta especialista mantém, ainda, a realização regular de consultas de Telemedicina e apoio à distância aos médicos são-tomenses.

As missões realizadas pela Dra. Celeste Alves decorreram em fevereiro (de 9 a 16), em junho (de 22 a 29) e de 28 de setembro a 5 de outubro, tendo como principais objetivos a realização e acompanhamento de exames e biópsias, a formação aos técnicos de radiologia locais e ao corpo médico do Hospital Dr. Ayres de Menezes, e o acompanhamento e implementação da entrada em funcionamento do equipamento de TAC.

Paralelamente, o técnico de imagiologia Carlos Oliveira, que também integra as missões de imagiologia desde 2010, participou este ano em 3 missões (nos meses de fevereiro, junho e outubro) orientadas para a Tomografia Computorizada (TC), usualmente denominada de TAC. Estas missões tiveram como propósito avaliar as condições técnicas existentes, colocar o sistema de TC a funcionar, capacitar as técnicas de diagnóstico e terapêutica (TDT) de Radiologia, apoiar a realização e avaliação de exames, repor o funcionamento do equipamento avariado e criar novos protocolos de exames, posteriormente verificados e ajustados.

“Tratou-se de uma missão mais de engenharia e menos de exames”, revelou o técnico de Imagiologia do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE, Carlos Oliveira, que ao longo das 3 missões contou com a colaboração e assistência técnica dos Engenheiros Eletrotécnicos Feliciano Dinis, João Paulo Portela e Daniel Dinis, da empresa Dias & Dinis – Soluções Para Imagiologia Lda, para a reparação do equipamento de TAC.

Acresce salientar que no decorrer das missões do Programa Saúde para Todos é privilegiada a formação dirigida aos profissionais de saúde são-tomenses, tanto de carácter teórico como em contexto real de trabalho. No decorrer das missões, os colegas Dr. Elder, Dra. Benvinda e Dra. Liudmila foram acompanhados e orientados durante a realização dos exames radiológicos. Foram também realizadas reuniões com os médicos do Serviço de Urgência para a sensibilização ao nível do novo equipamento de TAC, assim como reuniões Científicas com o Corpo Clínico do Hospital Dr. Ayres de Menezes sobre os protocolos clínicos existentes.

“Tem sido um privilégio participar neste projeto e, passados estes anos, concluir que tem consistência, que todos os passos dados estão ativos e que permitiram uma melhoria significativa na qualidade dos cuidados de saúde pela imagem em São Tomé e Príncipe.”

Em números:

- 3 missões em 2017
- 64 Exames de radiologia geral (5 trânsitos gastrointestinais e 59 exames de osteoarticular e tórax)
- 67 Ecografias
- 105 Exames mamários (61 ecografias mamárias e 44 mamografias)
- 9 Biopsias (8 mamárias e 1 hepática)
- 51 TAC

Desde 2010 foram realizadas em São Tomé e Príncipe 23 missões da especialidade de Imagiologia no âmbito do Saúde para Todos.

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Saúde para Todos: última missão de 2017 de Otorrinolaringologia a São Tomé e Príncipe

A missão de Otorrinolaringologia esteve em São Tomé e Príncipe entre 28 de outubro e 3 de novembro de 2017, naquela que foi a 23.ª missão desta especialidade em 2017, no âmbito do Saúde para Todos.

Durante duas semanas a equipa de médicos portugueses do Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa, exerceu a sua atividade clínica no Hospital Dr. Ayres de Menezes, tendo realizado 65 consultas de otorrinolaringologia, 54 de audiologia, 49 de terapia da fala e 35 de próteses; 86 timpanogramas, 66 audiogramas tonais, 25 potenciais evocados auditivos e 8 otoemissoes acústicas.

Num total de 203 consultas (otorrino, audiologia, terapia da fala e próteses) e 185 exames (timpanogramas, audiogramas tonais, potenciais evocados auditivos e otoemissões acústicas).

Esta missão ficou igualmente marcada pela doação de equipamento médico para parte do Dr. Diogo Oliveira Carmo ao gabinete de Otorrinolaringologia do Hospital Dr. Ayres de Menezes.

Também no decorrer da missão, a Prof.ª Doutora Cristina Caroça apresentou os resultados da sua tese de doutoramento sobre o contributo para o estudo de fatores epidemiológicos associados à surdez neuro sensorial na população de São Tomé e Príncipe, no dia 31 de outubro de 2017, no Centro Cultural Português. “O início do estudo surgiu logo na 1.ª missão, a partir do momento em que começámos a diagnosticar uma elevada prevalência de surdez neuro sensorial (irreversível) nos indivíduos que vinham à consulta”, conta.

A primeira missão de Otorrinolaringologia teve lugar em 2011, e desde então têm sido regulares as idas de profissionais de saúde desta especialidade a São Tomé, contando com o apoio do Hospital CUF Infante Santo e da Amplifon, no âmbito do Saúde para Todos.

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Médica de Otorrinolaringologia apresentou resultados da tese de doutoramento sobre surdez em São Tomé

A Prof.ª Doutora Cristina Caroça, médica de Otorrinolaringologia no Hospital CUF Infante Santo, em Lisboa, que integra as missões médicas desta especialidade a São Tomé e Príncipe, no âmbito do Saúde para Todos, apresentou a sua tese de doutoramento sobre o contributo para o estudo de fatores epidemiológicos associados à surdez neuro sensorial na população de São Tomé e Príncipe, no dia 31 de outubro de 2017, no Centro Cultural Português.

“O início do estudo surgiu logo na 1.ª missão [em fevereiro de 2011], a partir do momento em que começámos a diagnosticar uma elevada prevalência de surdez neuro sensorial (irreversível) nos indivíduos que vinham à consulta”, conta. A entrada para o programa de doutoramento aconteceu em outubro de 2011 e a aprovação do projeto de investigação pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa aconteceu 2 anos depois.

Este projeto de investigação, que contou com a orientação do Prof. Doutor João Paço, chefe de missão da especialidade de Otorrinolaringologia do projeto Saúde para Todos, pretendeu não só analisar o contributo de vários fatores epidemiológicos para a surdez, como simultaneamente atuar numa vertente humanitária e de saúde pública com a formação, prevenção, assim como para uma melhor integração e adaptação da população.

Balanço do estudo:

- Conhecimento da autoidentificação da surdez da população. Verificou-se que apresentam um bom reconhecimento, importante para um país que não possui exames audiométricos disponíveis sem ser aquando das missões médicas da especialidade;

- Implementação da vacina da rubéola. De extrema importância, não só pela surdez, como também por alterações oftalmológicas e cardíacas, que estão associadas a esta patologia durante a gravidez;

- Avaliação real das principais hemoglobinopatias na população de São Tomé e Príncipe. O défice de glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) está em desequilíbrio na população (uma prevalência muito elevada, atribuível ao facto de proteger para a malária), havendo a necessidade de alertar a população para este problema e para a necessidade de rastreio da G6PD, alertando para eventuais complicações sistémicas que possam estar associadas a esta alteração;

- Avaliação das principais mutações genéticas. Tentar despistar a influência de povos europeus e eventual consanguinidade da ilha – que se revelou negativo;

- Identificação da história de infeção por malária como um fator etiológico para a surdez.

Segundo a Prof.ª Doutora Cristina Caroça “o balanço tem sido positivo, a população está cada vez mais consciente do problema e tem maiores cuidados, mesmo com as otites médias crónicas.”

A primeira missão de Otorrinolaringologia teve lugar em fevereiro 2011 e desde então têm sido regulares as idas de profissionais de saúde desta especialidade a São Tomé, no âmbito do Saúde para Todos, num total de 23 missões médicas até ao momento ao arquipélago são-tomense.

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IMVF apoia conferência sobre os 10 anos da Língua Gestual Portuguesa na Universidade Católica Portuguesa

Nos próximos dias 10 e 11 de novembro de 2017 vai decorrer na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, a conferência “10 anos de “Língua Gestual Portuguesa na UCP. Investigação e Ensino em Língua Gestual Portuguesa”, organizada pelo Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS) e com o apoio do IMVF. Este encontro pretende fazer um balanço de uma década de investigação acerca da linguagem gestual na Universidade Católica Portuguesa e da evolução do tema em Portugal.

O IMVF tem estado ligado ao desenvolvimento da linguagem gestual em São Tomé e Príncipe, concretamente no âmbito do projeto Sem Barreiras, que decorreu entre 2013 e 2014. Esta ação, associada ao projeto Saúde para Todos, procurou promover uma intervenção integrada nesta questão, através da deteção precoce de casos de surdez, o ensino da linguagem gestual e a capacitação de formadores são-tomenses que garantam a preservação desta linguagem.

Um dos principais resultados deste projeto foi a produção do primeiro Dicionário da Língua Gestual de São Tomé e Príncipe, ferramenta vital para assegurar a melhoria da qualidade de vida da comunidade surda do arquipelágo são-tomense, que representa cerca de 3% do total da população do arquipélago. Participarão nesta conferência a Prof.ª Doutora Ana Mineiro e a Prof.ª Patrícia Carmo, que em conjunto com Ricardo Oliveira, foram responsáveis pela edição deste Dicionário.

Saiba mais sobre o projeto Sem Barreiras aqui.
Consulte o programa da Conferência aqui.

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IMVF apoia a 9.ª edição da iMed Conference através da atribuição de estágios médicos em São Tomé

O Presidente do Conselho de Administração do IMVF, Dr. Paulo Telles de Freitas esteve presente na iMed Conference® 9.0 – Lisbon 2017 e dirigiu-se à audiência da iniciativa Clinical Mind Competition, no passado dia 29 de outubro de 2017, no Teatro Camões, no Parque das Nações, em Lisboa.

À semelhança de edições anteriores, o IMVF associa-se a esta competição que consiste na analise por equipas de dois estudantes de Medicina de um caso clínico elaborado pela Prof.ª Lisa Sanders. Este ano teve uma participação record de 100 equipas (200 futuros médicos).

As três equipas vencedoras vão colaborar com as missões médicas no âmbito do projeto Saúde para Todos, implementado pelo IMVF em estreia parceria com o Ministério da Saúde de São Tomé e Príncipe, realizando um estágio de duas semanas. Esta parceira constitui uma oportunidade para jovens estudantes de medicina terem uma experiência de trabalho num contexto desafiante, podendo fazer uma aplicação prática dos conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação. Esta competição é patrocinada pela Boehringer Ingelheim.

A iMed Conference® 9.0 – Lisbon 2017 é organizada pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e traz a Lisboa médicos e investigadores internacionalmente reconhecidos, permitindo aos estudantes um contacto mais próximo com algumas das mais recentes inovações no setor. Mais informações aqui.